Mudanças no Boleto Bancário: tudo o que você precisa saber

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Conforme anunciado no último ano, em 2017 haverá mudanças no modelo de emissão do boleto bancário no Brasil. Quem está conduzindo essas mudanças é a Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN.

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Novidade no Portal Sieve Seller

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A Sieve trabalha sempre focada em tornar a experiência de seu consumidor mais inteligente e assertiva, permitindo que os dados sejam apresentados de forma estratégica e simples, para tornar as tomadas de decisões mais rápidas e estratégicas.

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Qual a importância de métricas para o seller no marketplace?

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A entrada no marketplace representa um importante passo para empresas que desejam aumentar seu alcance e potencializar suas chances de vendas na internet. Por eles é possível aproveitar a relevância de grandes marcas, como Americanas.com, Submarino, Shoptime, Casas Bahia e Pontofrio e expor seus produtos nestes sites.

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Diferenças entre Precificação Dinâmica e Precificação Inteligente

Diferenças

Apesar de parecidas no imaginário de muitas pessoas, ambas as precificações citadas são bem distintas entre si, por isso acredito ser válido explicar a diferença e aplicação de cada uma em busca de auxiliar aqueles em dúvida.

Inicialmente, para ter certeza de qual tipo de precificação estamos falando, é preciso analisar qual a fonte das informações que embasarão as decisões futuras. São informações internas de sua loja – como vendas e conversão, ou são externas – como dados da concorrência?

Munidos com esta resposta, podemos então começar a definir melhor qual tipo estaremos aplicando. Abaixo descreverei brevemente sobre ambas as formas apresentadas e suas indicações.

PRECIFICAÇÃO DINÂMICA
Pode-se dizer que a precificação dinâmica é um estágio mais simples da precificação inteligente, visto que ela é reativa, baseada em dados da concorrência. Ela é muito utilizada para equalizar a diferença de preços entre a loja que a aplica e os demais concorrentes, evitando que ela fique “de fora do jogo” por estar muito cara, ou então que ela perca margem e lucro, por estar mais barata que os demais players.

Exemplo prático:
A loja A vende celulares e possui 2 concorrentes diretos. Vendo uma oportunidade de melhorar sua margem, ela decide iniciar um trabalho melhor de precificação e contrata uma empresa especialista no assunto. Assim que ela tem acesso aos dados dos concorrentes, percebe que sua loja está muito mais barata em 25% do portfólio, ou seja, está deixando de ter uma margem mais saudável. Para corrigir isto, são criadas regras de precificação, fazendo com que certos produtos selecionados (aqueles 25%) fiquem sempre apenas 5% mais baratos do que os concorrentes, por exemplo.

Desta forma, percebe-se que a loja inicia uma melhora em sua margem, baseados na concorrência.

PRECIFICAÇÃO INTELIGENTE
A precificação inteligente, por sua vez, é mais complexa e exige um altíssimo grau de especialização de quem a oferece, pois é proativa, baseada em modelos estatísticos e algoritmos alimentados por informações internas do varejista, como vendas, conversão, margem, custo, visitas, estoque e etc. Esta forma de precificação é mais indicada para varejistas que já possuem uma grande base de dados interna e também já tem um bom entendimento de suas métricas, além de um time dedicado a inteligência.

Exemplo prático:
Para fins didáticos, vamos manter o exemplo anterior da loja que negocia celulares. Após aplicar a precificação dinâmica, a loja A gostaria de poder precificar seus principais produtos baseados em outras variáveis, além da concorrência, pois ela percebe que existem muitas pessoas entrando em seu site para comprar, porém, certos produtos possuem muitas visitas e poucas compras. Pensando nisso, junto de sua empresa especialista em precificação inteligente, ela consegue reprecificar estes produtos levemente para baixo. Caso a vendas comecem a ser efetuadas, o sistema entenderá que a ação funcionou e manterá a estratégia. Evidentemente existem diversas formas de garantir a segurança destas trocas de preço, como criando limites preestabelecidos, por exemplo.

Neste caso, a Loja A começará a ditar as próprias regras de precificação, baseada em seu próprio público, desenvolvendo estratégias mais focadas e, consequentemente, mais efetivas.

É importante frisar que a precificação inteligente abre diversas (e arrisco dizer infinitas) possibilidades, otimizando ao extremo a precificação dos lojistas. Como são utilizados algoritmos e modelagem estatística, é possível parametrizar objetivos a serem atingidos. Por exemplo, se o varejista quiser aumentar as vendas, a precificação inteligente reduzirá os preços dos produtos mais elásticos e aumentará dos menos elásticos. Se o varejista quiser aumentar sua margem, a precificação inteligente aumentará o preço de alguns produtos que não impactarão em suas vendas. O ideal é “pilotar” os objetivos para atingir mais vendas e mais rentabilidade. E sim, isto é possível.

A grande questão aqui é a necessidade de quem busca uma nova forma de precificar.

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É importante ressaltar que uma não anula a outra, pois é importante fornecer inputs de mercado para a precificação inteligente e também é possível melhorar as vendas e margem com a precificação dinâmica.

O mais relevante é definir os objetivos a serem atingidos e dedicar tempo em implementar e acompanhar se sua estratégia está sendo seguida.

Email Marketing: 1/3 das vendas podem vir pelo inbox

No fim da última década, especialistas e estudiosos decretaram o fim do Email Marketing como canal de venda. Com a sofisticação das redes sociais, muitos defendiam a ideia de que o email deixaria de ser um formato de comunicação eficaz. Outros apontavam as, até então, tendências de avanço dos dispositivos móveis como fator decisivo para derrota do correio eletrônico. O fato é que os anos passaram, as tendências viraram realidade, mas as previsões mais pessimistas sobre o Email Marketing ficaram longe de acontecer. O canal cresce em volume e importância a cada ano, e pesquisas indicam que pode chegar a responder por até 30% do faturamento de algumas lojas virtuais.

Canal cresce em importância no monitoramento de preços e concorrência.

Canal cresce, ano após ano, em importância no monitoramento de preços e concorrência.

Por quê investir no email marketing?

As redes sociais têm focado em criar interações cada vez mais dinâmicas entre pessoas e as empresas. No entanto, o bom e velho email continua a ter uma das maiores taxas de conversão na internet. Segundo pesquisas feitas pelo iContact, 92% dos usuários da internet possuem um email o que significa 3 vezes mais endereços de email do que redes sociais. A partir desses dados não é necessário refletir muito para perceber que é muito mais fácil atingir um público maior através dessa plataforma.

Quando se trata de ROI (retorno sobre investimento) o email marketing tem resultados de fácil acompanhamento e que costumam surpreender positivamente. Além disso, é possível levar o destinatário direto à URL do produto, aumentando a sua conversão de cliques e posicionando melhor o seu site nas ferramentas de busca.

Por onde começar?

O gasto com esse tipo de plataforma, que é consideravelmente barata, aumentou 60% no último ano, de acordo com a Apogee Results. Então, por que não investir em email marketing? Esqueça o mito de que o cliente não vai clicar no seu email pensando que é spam. O email marketing deixa de ser spam e passa a ser um focalizador de categorias. Ambos são drasticamente diferentes e a diferença está principalmente na segmentação!

Um spam é enviado a uma lista aleatória de emails enquanto o email marketing utiliza uma segmentação mais específica, focada em departamentos e categorias. A maneira certa de começar é ter uma base de contatos bem segmentada e solicitar ao usuário que logo na inscrição da sua newsletter já indique quais são as suas áreas de preferência. Isso facilita na produção de um conteúdo próprio para esse público.

Como aumentar as taxas de conversão?

Uma pergunta quebra a cabeça da maioria dos profissionais de CRM: qual é a quantidade ideal de emails a serem enviados para atingir determinado público? Para encontrar esse número ótimo, é necessário analisar as condições em que ele dará melhor retorno. Segmentos diferentes irão responder de maneiras diferenciadas a preços, quantidade de emails e horários pelos quais estes serão enviados. Assim, não há como afirmar que existem condições melhores ou ideais para uma campanha de email marketing, o que existem são condições relativas e temporais que dependerão da segmentação do produto e do cliente.

Para entender quais são as melhores condições para a sua campanha é imprescindível conhecer as reações do mercado em situações parecidas. Analisar como a concorrência age em relação a cada categoria e departamento é essencial para identificar os preços, horários e até mesmo a quantidade de produtos e o layout que serão mais atrativos para o consumidor. A partir daí fica muito mais fácil para a área responsável por esse canal identificar quais estratégias são escaláveis e quais o vão garantir destaque e maior taxa de abertura, de cliques e, consequentemente, conversões de vendas.